26º Dia

O Milagre e a Lei do Processo 2 – Naamã.

“Eliseu mandou que um empregado saísse e dissesse a ele que fosse se lavar sete vezes no rio Jordão, pois assim ficaria completamente curado da sua doença.” 2 Reis 5.10

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Aqui vemos novamente a lei do processo, agora com o profeta Eliseu.

            Naamã era um homem poderoso e bem sucedido, mas que por baixo de sua armadura reluzente de herói de guerra e general de alta patente, escondia o corpo de um homem que estava apodrecendo em vida.

            Naamã vai até o homem de Deus carregado de presentes e valores, pois estava disposto a pagar o valor que fosse necessário para comprar seu milagre.

            Eliseu nem vai ao encontro do grande general, ele manda seu ajudante, um profeta “meia-colher” chamado Geazi, que lhe dá as recomendações de que deveria mergulhar no Rio Jordão por sete vezes.

            O general ficou muito indignado, pois onde já se viu, se ainda fosse em águas medicinais, mas naquele rio barrento, era muita falta de consideração, e ainda por cima nem fora recebido com honras de chefe de estado. Eis aí o processo, Deus trabalhando para demolir o orgulho daquele homem.

            Mas Naamã segue o conselho de seus subalternos e mergulha então no rio barrento, mas antes de mergulhar, é necessário se despir, abrir mão da dignidade e expor suas feridas, cai o mito e surge o homem.

            Naamã faz então o primeiro mergulho, mas não é curado ainda, nem no segundo, nem no seguinte, apenas após o primeiro mergulho o soldado se percebe curado. A cura de Naamã foi processual, a cada mergulho, ele ia sendo curado, de dentro para fora.