
Elias era um homem comum, mas que recebeu o encargo profético e com ele a dimensão dos milagres. Jesus ao falar para Simão Pedro sobre os fundamentos de sua Igreja, o alertou sobre as chaves do Reino, que teriam o poder de abrir e fechar.
Quem anda na dimensão do milagre tem estas chaves, assim como Elias, que debaixo da orientação divina orou para que os céus se fechassem, e eles se fecharam.
A Igreja tem esta autoridade, mas muitas vezes não está consciente dela, de que temos a delegação da autoridade divina para abrir e fechar, ligar e desligar, com a anuência dos Céus.
O texto de Tiago 5 fala sobre o poder da oração do justo, e de que apesar de sua humanidade, a autoridade de Elias vinha dos céus.
Quando um justo ora com fervor, há uma movimentação no Reino dos Céus para a execução do que se está contido nesta oração, este clamor está em evidência e há uma agitação profética rasgando os limites do natural e trazendo o sobrenatural a existência.
As chaves do Reino, as quais Jesus revelou a Pedro, são movidas pela oração, através da fé, e são elas que quando colocadas em movimento geram o milagre.
Fechar os céus não é algo agradável, e nem deve ser este o objetivo profético da Igreja, mas existem momentos em que, assim como Elias, precisamos nos posicionar e exercer a autoridade que nos oi delegada.

