30º Dia

Céus Abertos

“Depois orou outra vez, e então choveu, e a terra deu a sua colheita.” Tiago 5.18

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A mesma autoridade para fechar os céus também existe para abrir, e este deve ser o nosso desejo, de trazer bênçãos para a terra, ministrando cura e libertação, além de propiciar a colheita das nações.

            Parece que muitas vezes nos alegramos mais com uma mensagem de juízo do que a de bênçãos.

            Quando os céus se fecham há dor e sofrimento, embora haja arrependimento, e o juízo tem esta finalidade, e quando há arrependimento, os céus se abrem e a colheita abundante vem como consequência.

            Muitas pessoas tem vivido um tempo de escassez, mas não como consequência de juízo, e sim por não terem o entendimento profético da autoridade que possuem de para abrirem os céus.

            Céus abertos é tempo de milagres, é espaço para o sobrenatural.

            É importante entendermos que os céus não se abrirão naturalmente ou por um acaso, é necessário que sejam provocados, não arrombados, mas que alguém use as chaves do Reino, com jejum, oração e adoração.

            Na oração do Pai Nosso, o mestre nos ensina a invocar o Reino – “venha o teu reino”, o Reino virá quando os céus se abrirem, trazendo consigo a realidade dos Céus, que é justiça, paz e alegria do Espirito.

            Em um sonho, enquanto fugia da casa de seus pais, Jacó teve um sonho, onde via uma escada por onde subiam e desciam anjos, era a porta do céu, então ele chamou aquele lugar de Betel – Casa de Deus.

            O crente tem acesso a esta porta, que traz a realidade do céu para a terra, faça uso dela, faça vir o Reino!